O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirmou que a aliança entre seu grupo político e o Partido Liberal (PL) está extremamente consolidada e não deixa margem para dúvidas quanto à sua continuidade. A declaração foi feita ao comentar o atual cenário político do estado e as articulações em curso visando os próximos anos.
Segundo Caiado, a parceria com o PL não é circunstancial nem limitada ao período eleitoral. Ele ressaltou que o alinhamento foi construído ao longo do governo, com base em apoio político consistente, participação ativa do partido na base governista e convergência em pautas consideradas prioritárias para o estado.
O governador destacou que o PL ocupa espaço relevante na sustentação política de sua gestão, tanto no Executivo quanto no Legislativo estadual. De acordo com ele, a presença do partido na Assembleia Legislativa contribui para a aprovação de projetos estratégicos e garante estabilidade administrativa, evitando rupturas ou disputas internas.
Caiado também frisou que a aliança tem reflexos diretos no planejamento eleitoral. Para ele, a consolidação do acordo permite que o grupo político trabalhe com antecedência, sem improvisações, fortalecendo candidaturas e ampliando o diálogo com o eleitorado goiano. O governador avaliou que a organização prévia é um diferencial em relação a outros grupos políticos.
Ainda conforme Caiado, a relação com o PL é marcada por confiança mútua e respeito às decisões políticas tomadas em conjunto. Ele afirmou que não há disputa por protagonismo dentro da base aliada e que o foco permanece na continuidade de um projeto administrativo que, segundo ele, apresenta resultados concretos.
Nos bastidores, a leitura é de que a fala do governador busca afastar especulações sobre possíveis desgastes ou mudanças na composição política do governo. A sinalização pública de unidade reforça a estratégia de manter o bloco governista coeso diante do cenário pré eleitoral.
A expectativa é de que a aliança entre Caiado e o PL tenha papel central nas definições políticas do estado, influenciando tanto eleições majoritárias quanto proporcionais. A avaliação interna é de que a solidez do acordo fortalece o grupo e amplia sua capacidade de articulação nos próximos pleitos.

