A situação de emergência no estado do Amazonas se agrava com as cheias dos rios, afetando principalmente os municípios de Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Boca do Acre, Canutama, Carauari, Eirunepé e Itamarati. Essas localidades, localizadas nas calhas dos rios Alto Solimões, Purus e Juruá, foram imediatamente reconhecidas pela Defesa Civil do estado, que já decretou a emergência.
O fenômeno começou a ser monitorado em outubro e novembro do ano anterior, com projeções de que a situação se mantenha até junho deste ano, conforme informações do Serviço Geológico do Brasil, responsável pela medição dos níveis dos rios. Atualmente, 12 cidades estão em alerta, enquanto 15 permanecem em estado de atenção. Manaus, por sua vez, encontra-se sob vigilância, mesmo apresentando condições normais até o momento.
Na última terça-feira, o Rio Negro registrou a altura de 24,86 metros na capital amazonense. Em resposta à crise, a Defesa Civil estadual está oferecendo suporte a prefeituras para auxiliar as famílias impactadas pelas cheias, que ainda não têm uma estimativa precisa de quantas pessoas foram afetadas.
Na sexta-feira, dia 13 de fevereiro, o governo federal oficializou a situação de emergência em Eirunepé e Itamarati, além do reconhecimento anterior da crise em Boca do Acre. O comprometimento dessas regiões demanda a mobilização de recursos e esforços para a recuperação das comunidades afetadas.
