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Munduruku são recebidos por André Corrêa do Lago e ministras após protesto na COP30 em defesa de direitos indígenas

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Publicado 14 de novembro de 2025
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Munduruku são recebidos por André Corrêa do Lago e ministras após protesto na COP30 em defesa de direitos indígenas
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As preocupações dos povos indígenas Munduruku ganharam destaque na COP30, evento que ocorre em Belém, no Pará. O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, reconheceu a legitimidade das demandas apresentadas por eles, após a entrega formal de dois documentos que delineiam suas reivindicações durante um protesto realizado na manhã de sexta-feira, 14 de outubro.

André Corrêa do Lago teve um diálogo direto com os representantes Munduruku, acompanhado pela ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, e pela ministra Sônia Guajajara, dos Povos Indígenas. Os indígenas solicitaram ao Governo Federal a revogação do Decreto nº 12.600/2025, que prevê a privatização de empreendimentos públicos no setor hidroviário.

Antes da reunião, aproximadamente 90 indígenas ocuparam a área de acesso à Zona Azul da COP30, que é destinada a negociadores e colaboradores do evento. A manifestação levou André Corrêa do Lago a receber oficialmente os Munduruku.

“O diálogo foi muito construtivo e positivo; as preocupações que nos trouxeram são realmente relevantes. Vamos trabalhar para dar seguimento a todas as questões apresentadas. A COP30 é um espaço que promove a participação indígena e fortalece as consultas com essas comunidades”, afirmou Lago.

No que tange à demarcação de terras, a ministra Sônia Guajajara informou que a demarcação do território Munduruku Sawré Bap’in já foi assinada pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e atualmente aguarda a contratação de uma empresa para realizar a demarcação física. O território Sawré Maiban também está em processo, aguardando a assinatura da portaria declaratória no Ministério da Justiça, com expectativa de avanço até o final deste ano.

Guajajara também destacou que 360 indígenas já estão credenciados para participar da COP30. Apesar de a presença indígena ter sido ampliada, a ministra reconheceu que a diversidade de povos da Amazônia não pôde ser totalmente representada.

“É verdade que não conseguimos contemplar todos os povos da Amazônia, dada a imensa diversidade. Contudo, conseguimos aumentar a participação indígena nesta COP, algo inédito na história das Conferências das Partes”, completou Sônia Guajajara.

Protestos contra a Ferrovia Ferrogrão

Os Munduruku também manifestaram sua oposição ao projeto Ferrogrão, que visa construir uma ferrovia ligando Sinop, no Mato Grosso, a Itaituba, no Pará, com o objetivo de escoar a produção de grãos. Atualmente, o projeto encontra-se paralisado no Supremo Tribunal Federal.

A ministra Marina Silva esclareceu que não há pedido de licenciamento para o projeto, uma vez que está judicializado. O IBAMA já havia devolvido o Estudo de Impacto Ambiental por não atender aos critérios necessários.

“O estudo apresentado pelo Ibama estava insatisfatório e foi retornado. Desde então, nenhum novo estudo foi apresentado, mas a preocupação dos indígenas é, sem dúvida, legítima”, ressaltou a ministra.

A liderança indígena Alessandra Munduruku enfatizou a importância de consultar as comunidades sobre decisões que as afetam, defendendo a elaboração de políticas de forma coletiva, sempre incluindo os povos originários nas discussões.

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