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DestaqueJataíMeio Ambiente

O Agricultor de Goiás e o Peso do Imposto do Agro em Goiás

Redação
Publicado 22 de novembro de 2024
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5 Leitura mínima
O Agricultor de Goiás e o Peso do Imposto do Agro em Goiás
Maycon Tombini
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Homem de óculos e terno em escritório
Maycon Tombini

No coração do Centro-Oeste brasileiro, a cidade de Jataí se destaca como um verdadeiro celeiro da agricultura. Aqui, o agricultor não apenas sonha com um futuro próspero na lavoura, mas também enfrenta uma realidade dura e desafiadora dia após dia. O campo, que deveria ser sinônimo de progresso e desenvolvimento, tornou-se um verdadeiro campo de batalha, onde nós, produtores, nos deparamos com uma crescente onda de impostos que, ao invés de apoiar, parece apenas penalizar quem coloca seu suor na terra.

Recentemente, o governo de Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, decidiu inovar em sua arrecadação criando o chamado “imposto do agro”. Essa medida vem como uma punição a um setor que já carrega enormes fardos financeiros e desafios insuperáveis. Nós, agricultores goianos, que já lidamos com os altos custos de insumos, a volatilidade dos preços das commodities e as dificuldades climáticas, agora temos que enfrentar mais um tributo que se apresenta como uma verdadeira “ferramenta de esfolação”.

É inadmissível que o campo, uma das principais forças econômicas do Brasil, seja tratado com tanto desrespeito. Nós, produtores goianos, não somos apenas fornecedores de commodities; somos também defensores da segurança alimentar do país. Por isso, é imperativo questionar: até quando nossas vozes serão silenciadas em meio a esse mar de burocracias e imposições? O governo, escondido atrás de uma cortina de boas intenções, está apenas dificultando ainda mais a vida de quem trabalha arduamente para manter o sustento da família e contribuir para a economia do Estado.

As dificuldades que enfrentamos são muitas. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que aproximadamente 57% dos pequenos agricultores relatam dificuldade em acessar crédito agrícola. A escassez de recursos, aliada à alta carga tributária e à falta de apoio efetivo por parte do governo, têm levado muitos a contemplar o abandono da lida no campo. O peso de um novo imposto, que promete retirar ainda mais recursos da já reduzida margem de lucro, é um ataque direto à nossa capacidade de sobrevivência. Para muitos, o agronegócio deixou de ser uma atividade viável e passou a representar um exercício de resistência.

Nesse cenário de descontentamento e frustração, pergunto: o que os nossos deputados federais têm feito em Brasília para representar de verdade o agricultor goiano? Será que estão atentos às nossas necessidades e reivindicações ou se tornaram apenas uma voz distante, desconectada da realidade do campo? A cada dia, fica mais evidente a necessidade de um representante que não apenas entenda os desafios que enfrentamos, mas que também esteja disposto a lutar por nossas causas de forma contundente.

É hora de unirmos nossas vozes e buscarmos alguém que realmente compreenda nossas dores e lutas. Um verdadeiro defensor do setor agropecuário que, ao invés de se deixar levar pelo jogo político, priorize a nossa qualidade de vida e o nosso sustento. Nós, agricultores, sabemos que temos em nossas mãos o poder de alimentar o Brasil. Portanto, precisamos de alguém que esteja ao nosso lado nessa luta.

Dados sobre a Carga Tributária do Agricultor Brasileiro:
– Carga Tributária Média: A carga tributária sobre os agricultores brasileiros pode chegar a 33% sobre os lucros, conforme relatado por estudos do Instituto Agronômico de Campinas.
– Impostos Diretos e Indiretos: Enfrentamos uma combinação de impostos diretos, como Imposto de Renda, e indiretos, como ICMS sobre insumos e produtos.
– Acesso a Créditos: Aproximadamente 57% dos pequenos agricultores relatam dificuldades em acessar crédito agrícola, segundo dados do IBGE.
– Investimentos em Insumos: O custo de insumos agrícolas aumentou em até 30% nos últimos anos, seja pelo aumento de preços em produtos como fertilizantes ou pela alta carga tributária.

“Esses dados refletem a intensa pressão financeira que enfrentamos, exacerbando a urgência de reivindicar um ambiente mais justo e favorável às nossas atividades no campo. A hora de agir é agora, e nós merecemos um verdadeiro representante nas esferas que impactam nossas vidas e nosso trabalho”. – Maycon Tombini.

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