Salvador ganha festival oficial de gastronomia que promete impulsionar cultura e turismo
Entre os dias 26 de fevereiro e 8 de março, Salvador se torna o palco da primeira edição do Salvador Gastronomia, um festival que visa colocar a cidade no mapa dos grandes eventos gastronômicos do Brasil. Realizado com o apoio da Prefeitura, o evento se desenrolará no Centro Histórico e tem como objetivo promover e valorizar a rica culinária local, além de destacar o potencial turístico da capital baiana.
Planejado pela Agência California, em colaboração com o Palacete Tira-Chapéu e a empresária Ana Coelho, o festival propõe uma nova maneira de explorar a cidade através da gastronomia. Ao ocupar ruas, praças e edifícios históricos, a iniciativa transforma o Centro Histórico em um vibrante distrito de experiências culturais e gastronômicas, acessível a todos.
O ponto central do festival será a Praça Tomé de Souza, que abrigará uma feira gastronômica ao ar livre. O espaço contará com a participação de chefs, cozinheiros e produtores locais, oferecendo opções de pratos em miniatura com preços acessíveis, incentivando a interação entre moradores e turistas e consolidando a praça como um local de encontro.
Na Rua Chile, o Palacete Tira-Chapéu funcionará como um importante polo gastronômico, reunindo restaurantes que são parte do projeto desde o início, como o Casaría, Pala7, dirigido pelo renomado chef Claude Troisgros, e o Preta, da chef Preta. Este espaço representa a convergência entre patrimônio histórico e contemporaneidade na gastronomia, promovendo uma nova visão do Centro Histórico.
Além das experiências gastronômicas, o festival também incluirá uma variedade de ações culturais, exposições, um espaço voltado ao público infantil e uma feira de produtos típicos da Bahia. Essa abordagem reafirma a gastronomia não apenas como uma manifestação culinária, mas como uma linguagem cultural potente e um motor de desenvolvimento urbano. Segundo Bruno Duarte, CEO da Agência California, “a gastronomia é um dos grandes ativos de Salvador. O festival transforma essa herança em uma plataforma oficial, aberta e democrática, com impacto turístico e econômico.”


