Centro Cultural Octo Marques encerra 2025 com mais de 7.500 visitantes e oito exposições impactantes

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Centro Cultural Octo Marques encerra 2025 com mais de 7.500 visitantes e oito exposições impactantes

Centro Cultural Octo Marques Atrai Mais de 7.500 Visitantes em 2025

O Centro Cultural Octo Marques, um importante espaço dedicado à arte contemporânea em Goiás, encerrou o ano de 2025 com resultados significativos. Sob a coordenação da Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás), o local recebeu um total de mais de 7.500 visitantes ao longo do ano, graças a uma programação diversificada e envolvente.

Com a participação de 21 artistas, o Centro contou com exposições realizadas nas galeria Frei Nazareno Confaloni e Sebastião dos Reis. O espaço se consolidou como uma vitrine essencial, apresentando oito grandes mostras que promoveram a troca de experiências entre diferentes gerações de criadores. Entre as exposições mais relevantes estiveram “Mapas Invisíveis”, de Dauto Galli, atraindo 1.229 visitantes, e “Sob Nossos Cascos”, uma coletiva que, junto com “Sorrindo é Melhor”, de Cadjoo, e “Matrizes de Banzo: Entre o Perene e o Perecível”, de Marcelo Ramalho, conquistou um total de 2.270 visitantes.

As mostras abordaram temas cruciais, como identidade, memória, território, corpo, ancestralidade e afetos. Os artistas exploraram uma riqueza de técnicas, incluindo pintura, fotografia, instalações, videoarte, e até projetos que incorporaram inteligência artificial. Cada exposição promoveu reflexões sobre questões pertinentes, como a ocupação urbana e os desafios da violência contra o corpo.

A secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes, enfatizou a importância do Centro na promoção de acessibilidade cultural. “As galerias se mantiveram abertas quase diariamente, exceto durante o Natal e o Ano Novo, oferecendo um espaço contínuo de lazer e cultura para todos os públicos”, afirmou Nunes.

Para a coordenadora do espaço, Débora Correa, os resultados de 2025 refletem um compromisso sólido com a valorização da produção artística local e a democratização do acesso à cultura. “Nós pretendemos manter esse ritmo em 2026, com melhorias constantes”, ressaltou a coordenadora.

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