Goiânia recebe a 6ª Feira Intercultural Indígena com foco no protagonismo feminino

Evento gratuito no Museu Antropológico da UFG celebra arte, saberes e lutas indígenas neste domingo

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Goiânia recebe a 6ª Feira Intercultural Indígena com foco no protagonismo feminino

Goiânia recebe neste domingo, 25 de janeiro, a 6ª edição da Feira Intercultural Indígena, realizada no Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (UFG), na Praça Universitária. O evento acontece das 14h às 18h, no estacionamento do museu, com entrada gratuita e programação aberta ao público.

Com o tema “Mulheres indígenas e protagonismo nas lutas e nas tradições”, esta edição coloca em evidência o papel das mulheres indígenas como lideranças ativas na defesa dos territórios, na preservação dos saberes ancestrais e na construção de caminhos contemporâneos dentro da educação, da cultura e das lutas sociais. A proposta é reconhecer essas mulheres não apenas como guardiãs da tradição, mas como vozes políticas fundamentais no debate sobre direitos, identidade e diversidade cultural no Brasil de hoje.

A feira é uma ação construída de forma coletiva e fortalece os saberes-fazeres indígenas, promovendo interculturalidade e geração de renda, especialmente entre estudantes indígenas do curso de Licenciatura em Educação Intercultural do Instituto Takinahakỹ de Formação Superior Indígena. O espaço se consolida como ponto de encontro entre tradição e inovação, mostrando que cultura indígena é presente, viva e em movimento.

Goiânia recebe neste domingo, 25 de janeiro, a 6ª edição da Feira Intercultural Indígena, realizada no Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (UFG), na Praça Universitária. O evento acontece das 14h às 18h, no estacionamento do museu, com entrada gratuita e programação aberta ao público.

Com o tema “Mulheres indígenas e protagonismo nas lutas e nas tradições”, esta edição coloca em evidência o papel das mulheres indígenas como lideranças ativas na defesa dos territórios, na preservação dos saberes ancestrais e na construção de caminhos contemporâneos dentro da educação, da cultura e das lutas sociais. A proposta é reconhecer essas mulheres não apenas como guardiãs da tradição, mas como vozes políticas fundamentais no debate sobre direitos, identidade e diversidade cultural no Brasil de hoje.

A feira é uma ação construída de forma coletiva e fortalece os saberes-fazeres indígenas, promovendo interculturalidade e geração de renda, especialmente entre estudantes indígenas do curso de Licenciatura em Educação Intercultural do Instituto Takinahakỹ de Formação Superior Indígena. O espaço se consolida como ponto de encontro entre tradição e inovação, mostrando que cultura indígena é presente, viva e em movimento.

O público vai encontrar mais de 60 expositores indígenas de diferentes territórios, com exposição e comercialização de artes e artesanatos. A programação também inclui oficinas, pintura corporal, desfile, performances musicais, discotecagem e rodas de conversa, criando uma experiência que mistura expressão artística, troca de saberes e afirmação identitária.

Além do valor cultural, a feira também impulsiona a economia criativa indígena, reconhecendo a arte como instrumento de resistência, expressão política e fortalecimento comunitário. O evento conta com financiamento da FUNAPE e do SINT-IFESgo, além do apoio de coletivos e iniciativas culturais parceiras.

Mais do que uma feira, o encontro se firma como um espaço de visibilidade, diálogo e valorização das múltiplas formas de conhecimento que constroem a sociedade brasileira.

O público vai encontrar mais de 60 expositores indígenas de diferentes territórios, com exposição e comercialização de artes e artesanatos. A programação também inclui oficinas, pintura corporal, desfile, performances musicais, discotecagem e rodas de conversa, criando uma experiência que mistura expressão artística, troca de saberes e afirmação identitária.

Além do valor cultural, a feira também impulsiona a economia criativa indígena, reconhecendo a arte como instrumento de resistência, expressão política e fortalecimento comunitário. O evento conta com financiamento da FUNAPE e do SINT-IFESgo, além do apoio de coletivos e iniciativas culturais parceiras.

Mais do que uma feira, o encontro se firma como um espaço de visibilidade, diálogo e valorização das múltiplas formas de conhecimento que constroem a sociedade brasileira.

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