A cada verão, a cena musical de Salvador (BA) se prepara para os lançamentos que comporão a trilha sonora da folia. Os novos hits são aguardados com expectativa por artistas e foliões, sempre gerando debates nas ruas sobre quais canções dominarão os trios durante o Carnaval. Este ano não é exceção, e rumores sobre as favoritas já circulam nas conversas.
Entre os palpites dos soteropolitanos, nomes como Tony Salles com a canção Panamera, e também a famosa Vampirinha de Ivete Sangalo surgem com força. Outros mencionam trechos de letras como “passa o olhinho aqui no meu corpinho, amor” de uma nova música de Léo Santana, além das apostas em Bell Marques e a parceria entre Pedro Sampaio e Melody com Jetski.
Música Antiga Também Tem Espaço
Ainda que as apostas sejam incertas, uma pesquisa do Ecad revela que as canções mais tocadas em 2025 incluem clássicos como O Verão Bateu em Minha Porta e Faraó, Divindade do Egito. Destaque também para Eva, provando que músicas atemporais ainda conquistam os corações dos foliões. Este reconhecimento histórico mostra a diversidade da programação e a resistência dos sucessos antigos na cultura do Carnaval.
O Ecad também revelou que os artistas mais executados no Carnaval da capital baiana incluem nomes como Ivete Sangalo, Léo Santana e Durval Lellis, sendo responsáveis por grande parte das animações da festa. O Carnaval não apenas traz entretenimento, mas também impacta economicamente. Em 2022, a Bahia foi o segundo estado do Brasil que mais arrecadou direitos autorais, respondendo por 17% do total nacional, enfatizando a importância da valorização dos compositores e criadores musicais.
A relevância do Carnaval e a movimentação da economia criativa, impulsionada por essa grandiosa celebração, destacam a necessidade de respeitar os direitos autorais. O evento, amplamente reconhecido como a maior festa de rua do mundo, promove um ecossistema vibrante que beneficia artistas, compositores e o setor cultural como um todo.

