A grave situação no Jardim Curitiba IV, em Goiânia, mobilizou a Prefeitura e a Defesa Civil de Goiânia após desabamentos ocorridos durante a forte chuva na quarta-feira, 21 de janeiro. Duas casas desmoronaram completamente, enquanto outras duas foram interditadas devido ao risco de colapso. Felizmente, não houve feridos entre os moradores.
A ação rápida das equipes da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh), juntamente com a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana (Seinfra) e a Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária, foi crucial. O coordenador da Defesa Civil, Robledo Mendonça, informou que, além de acolher as famílias, a equipe removeu um veículo que havia caído no córrego local.
As famílias afetadas receberam assistência imediata, incluindo agasalhos, cestas básicas, alimentação, água e abrigo nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS). Também foi feita a atualização do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) para inclusão no programa Aluguel Social da Agência Goiana de Habitação (Agehab).
Na quinta-feira, 22 de janeiro, a vice-prefeita Coronel Cláudio Lira e a secretária de Assistência Social, Erizania Freitas, visitaram a área. Coronel Lira enfatizou que a Defesa Civil estava orientando as famílias sobre a necessidade de evitar áreas de risco e que, sempre que possível, elas fossem acolhidas por parentes. Para aqueles sem abrigo alternativo, a prefeitura se compromete a fornecer suporte contínuo.
“Estamos conversando com as famílias para que aceitem a proposta de abrigo e assim possamos garantir a segurança delas enquanto realizamos a mudança e o transporte de seus pertences”, explicou Erizania Freitas, demonstrando a preocupação da prefeitura com a segurança e bem-estar dos atingidos.
Segundo dados do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo), Goiânia acumulou 338 mm de chuva até as 12h de quinta-feira. A Defesa Civil revelou que as casas desabadas foram totalmente destruídas, e as interdições das residências vizinhas foram necessárias devido ao risco iminente de novos deslizamentos.
Fotos: Divulgação/Secom


