Rins recusa oferta da Gresini por apoio da LCR e critica Honda por promessas não cumpridas

Rins, piloto da MotoGP, escolhe a LCR Honda por suporte prometido, recusando Gresini Ducati. Destaca projeto a longo prazo, apesar de promessas não cumpridas.

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Rins recusa oferta da Gresini por apoio da LCR e critica Honda por promessas não cumpridas

Álex Rins, piloto da MotoGP, revelou recentemente que optou por não se juntar à equipe Gresini e sua motos da Ducati, preferindo um contrato com a LCR Honda, em função do suporte prometido pela montadora. Apesar da decisão, o espanhol lamentou que a Honda não tenha cumprido as promessas feitas durante a negociação.

Após a saída repentina da Suzuki ao final da temporada 2022, Rins teve a oportunidade de ingressar na Gresini, mas decidiu assinar com a LCR, atraído pelo contrato que incluía um apoio mais robusto da fábrica.Lucio Cecchinello é o responsável pela LCR, e Rins enfatiza que sua escolha foi motivada por um plano de longo prazo e não por razões financeiras.

Em uma entrevista ao periódico L’Esportiu de Catalunya, Rins comentou: “Não me arrependo, pois já não posso mudar. Tomar a decisão de subir em uma Ducati parece fácil, mas as equipes satélites não são tão independentes como se imagina atualmente.” Ele também mencionou a dificuldade de gerir a situação após a saída da Suzuki, que afetou seu desempenho durante a transição.

Rins detalhou que sua proposta com a LCR incluía condições equivalentes às oferecidas a outros pilotos, como Marc Márquez e Joan Mir. Ele também destacou que na Gresini a relação era mais direta com a equipe, ao contrário do que acontece atualmente. “Não foi uma questão de dinheiro, mas de projeto e suporte da fábrica”, justificou.

GP das Américas. Entretanto, sua trajetória se complicou após uma lesão e a falta de cumprimento das promessas da Honda em relação às atualizações e suporte.

“Conquistei a vitória em Austin, mas a situação se tornou difícil com a Honda, pois eles não cumpriram o que prometeram. Um ano depois, surgiu a proposta da Yamaha, e, embora soubesse que não era uma moto para vencer imediatamente, decidi aceitar o desafio de torná-la competitiva”, concluiu Rins.

A MotoGP retornará à pista para os testes de pré-temporada em Buriram, na Tailândia, nos dias 21 e 22 de fevereiro, e a cobertura das atividades será abrangente, mostrando tudo o que envolve a principal categoria do motociclismo mundial.

Foto: LCR

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