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Feira Intercultural da UFG reúne mais de 60 expositores indígenas e reforça diálogo entre universidade e saberes tradicionais

Mulher sentada em poltrona preta, olhar sério.
Por
Rose Oliveira
Mulher sentada em poltrona preta, olhar sério.
PorRose Oliveira
Repórter
Estudante de Jornalismo, Fotógrafa, Repórter de rua, Apresentadora do Estradas e Lentes , Editora de Vídeos , Monitora de Turismo.
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Publicado 22 de julho de 2025
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Feira Intercultural da UFG reúne mais de 60 expositores indígenas e reforça diálogo entre universidade e saberes tradicionais
Rose Oliveira- ANP.COM.BR
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O Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás realizou neste sábado a quinta edição da Feira Intercultural, com o tema “A Força das Artes e das Narrativas Indígenas”. O evento teve início às 14h, no estacionamento do museu, localizado na Praça Universitária, e reuniu expositores indígenas de diversas regiões do país, incluindo povos do Araguaia-Tocantins, Xingu, Minas Gerais e Rondônia.

Mais de 60 expositores participaram da feira, apresentando e comercializando artesanato, arte tradicional, alimentos, vestimentas, instrumentos, além de dialogar com o público sobre a cultura e os saberes indígenas. A feira teve como foco o fortalecimento da interculturalidade e da autonomia econômica dos povos originários dentro de um espaço universitário.

A organização do evento foi conduzida pelo Museu Antropológico em parceria com o Núcleo Takinahakỹ de Formação Superior Indígena da UFG. O apoio institucional veio da FUNAPE, do Sindicato dos Docentes da UFG (Adufg) e de diversos coletivos culturais e educacionais que atuam na cidade.

A programação contou com uma oficina de observação de pássaros, conduzida por um coletivo ambiental local, que apresentou espécies típicas da fauna urbana do cerrado e discutiu a preservação ecológica.

O público também pôde participar da pintura corporal com grafismos indígenas tradicionais, sempre respeitando os significados e as orientações dos povos envolvidos. Uma apresentação cênica da Companhia Senhoras do Cerrado, formada por mulheres com mais de 60 anos, abordou memórias e ancestralidades femininas com recorte social.

Na parte musical, o evento contou com discotecagem do DJ Pacote, que mesclou músicas de matriz africana, indígena e brasileira. O encerramento ficou por conta da cantora Aridan, com repertório baseado em samba e música popular brasileira.

A cobertura foi feita pelo programa Estradas e Lentes e pelo Portal ANP, que registraram os principais momentos da feira. As equipes acompanharam os expositores, entrevistaram participantes e captaram imagens dos processos culturais e das dinâmicas comunitárias no espaço.

A feira homenageou a professora Eunice Tapuia, a primeira mulher indígena efetiva como docente da UFG, referência em educação indígena no estado. Sua trajetória é considerada base simbólica e pedagógica para a realização da Feira Intercultural, sendo citada por organizadores e expositores ao longo do evento.

A ação fez parte do projeto “Museu e Sociedade: diálogos interculturais e ações educativas”, promovido pelo Museu Antropológico, com o objetivo de conectar a produção acadêmica à realidade dos povos indígenas, quilombolas e tradicionais que vivem no Centro-Oeste e em outras regiões brasileiras.

Além da feira, o museu segue com atividades educativas durante todo o mês. Está em cartaz a exposição permanente “Lavras e Louvores”, com visitação de terça a sexta. Também está disponível uma mostra virtual dedicada à pesquisadora indígena Edna Luísa de Melo Taveira. A Cia. Senhoras do Cerrado realiza ensaios abertos nas tardes dos dias 21 e 28 de julho. O Encontro Poético, em sua quinta edição, acontece no dia 29 de julho, às 19h, com participação de artistas e mediadores convidados.

A Feira Intercultural consolidou-se, ao longo das edições, como uma ação pública de resistência e valorização das culturas indígenas no ambiente acadêmico. O evento reafirma o compromisso da universidade pública com a diversidade cultural e com a escuta ativa das vozes originárias.

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