Nos últimos sete anos, o Governo de Goiás ampliou a rede de maternidades estaduais de duas para dez unidades, visando melhorar a assistência materno-infantil em todo o estado. Essa expansão não apenas assegura um atendimento mais humanizado a mães e bebês, mas também garante um crescimento significativo nos serviços de saúde.
Atualmente, as maternidades atendem tanto casos de baixa quanto de alta complexidade. Em 2025, mais de 13 mil partos foram realizados em suas estruturas, e neste ano, já foram contabilizados mais de 2 mil nascimentos apenas nas unidades estaduais.
Com um investimento robusto em infraestrutura, serviços e descentralização do atendimento, o Sistema Único de Saúde (SUS) em Goiás tem fortalecido a assistência obstétrica e neonatal. A ideia é proporcionar acesso facilitado a unidades adequadamente equipadas e preparadas para atender gestantes de diferentes graus de risco.
O secretário de Estado da Saúde, Rasível Santos, afirmou: “Estamos ampliando o acesso da população com unidades estruturadas, equipes capacitadas e atendimento regionalizado. O objetivo é garantir mais segurança, qualidade e humanização no cuidado com mães e bebês.”
A superintendente de Políticas e Atenção Integral à Saúde, Lígia Duarte, destacou que essa expansão proporciona maior segurança e conforto às gestantes.
“Hoje conseguimos oferecer assistência mais próxima das gestantes, com suporte multiprofissional e estrutura preparada para atender desde casos de baixa complexidade até situações de alto risco,” enfatizou.
Maternidades Estaduais
As maternidades estaduais têm à disposição prontos atendimentos obstétricos, centros cirúrgicos, leitos especializados, Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTI Neonatal), bem como Unidades de Cuidados Intermediários e equipes multiprofissionais capacitadas para lidar com gestantes de risco habitual e alto risco.
No Entorno do Distrito Federal, o Hospital Estadual de Águas Lindas de Goiás Ronaldo Ramos Caiado Filho (Heal) é um exemplo de referência regional em atendimento obstétrico de alta complexidade. A unidade é uma importante opção para mulheres que apresentam complicações durante a gestação ou em trabalho de parto, muitas vezes sem agendamento prévio, buscando um atendimento eficaz e humanizado.
Um exemplo do impacto positivo observado é o relato da técnica de enfermagem Ana Pinheiro Souza, que, aos 27 anos, realizou acompanhamento no Heal devido a complicações na gestação. Para ela, o carinho e profissionalismo da equipe foram fundamentais em um momento tão delicado.
“Esse hospital foi a salvação para a vida do meu filho,” declarou.
A confiança e a esperança também se manifestaram na vida da técnica administrativa Laís dos Santos Lima, de 32 anos, que optou por ter seu filho Isaac no Heal. A necessidade de uma cesariana se deu devido ao tamanho do bebê, mas a competência da equipe garantiu uma experiência tranquila.
“A equipe de profissionais foi muito competente e tudo aconteceu com tranquilidade,” comentou Laís Lima.

