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Entre paredes, memórias e afeto: arquiteto goiano devolve vida a casarão centenário da família

Construída em 1921 no interior de Goiás, casa atravessa três gerações, sobrevive ao tempo e renasce pelas mãos de quem cresceu correndo por seus corredores

Mulher sentada em poltrona preta, olhar sério.
Por
Rose Oliveira
Mulher sentada em poltrona preta, olhar sério.
PorRose Oliveira
Repórter
Estudante de Jornalismo, Fotógrafa, Repórter de rua, Apresentadora do Estradas e Lentes , Editora de Vídeos , Monitora de Turismo.
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Publicado 13 de janeiro de 2026
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Entre paredes, memórias e afeto: arquiteto goiano devolve vida a casarão centenário da família
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Construída em 1921, na zona rural de Morrinhos, no sul de Goiás, a casa de campo da família Romano atravessou mais de um século passando de pai para filho até chegar ao arquiteto Leo Romano, que assumiu a responsabilidade de restaurar o imóvel preservando sua história e sua função original como espaço de convivência familiar.

O casarão foi erguido por Beraldino Jesuíno de Sousa, bisavô paterno de Leo, e mais tarde ficou sob os cuidados de Nicanor Jesuíno de Sousa, avô do arquiteto, e de sua esposa, que viveram ali por muitos anos. Durante a infância, Leo frequentava a fazenda com os pais e o irmão, passando férias no local e criando uma relação afetiva com a casa, que também era parte importante da renda da família por meio do arrendamento das terras para atividades agrícolas.

Após a morte do avô, há cerca de 12 anos, a propriedade passou para o pai de Leo, Vasco Jesuíno de Sousa. Ao completar 70 anos, Vasco reuniu os filhos para saber se algum deles teria interesse em assumir o imóvel e conduzir um processo de restauração. Segundo o arquiteto, o pai já sabia que ele seria o único disposto a encarar o desafio.

Pessoas em frente a uma casa antiga.

O projeto começou alguns anos depois e avançava quando, uma semana antes da morte de Vasco, pai e filho entraram juntos no casarão durante a fase final da primeira etapa da obra. Leo conta que o pai se emocionou ao ver a casa recuperada e comentou que nunca imaginou presenciar o imóvel reformado, refletindo sobre como o avô reagiria se estivesse vivo.

A casa tem 270 metros quadrados e segue o estilo colonial característico do interior do Centro-Oeste, com linhas simples e poucos elementos decorativos. A planta original era organizada a partir de um corredor central, com sala de um lado e quartos do outro. Havia também um quarto destinado a viajantes que cruzavam a região a cavalo ou transportando gado, prática comum no início do século passado.

Com a restauração, o imóvel passou a contar com três suítes, sala de estar e cozinha integrada, mantendo a circulação central como elemento estruturante do projeto. Leo afirma que a proposta foi reduzir compartimentações e criar ambientes mais amplos, sem descaracterizar a construção original.

Casa antiga em reforma, parede amarela.

Além do casarão, outras edificações da fazenda foram adaptadas para novos usos. A antiga casa de café foi transformada em casa de hóspedes, a casa de monjolo virou um quarto e o antigo paiol passou a funcionar como cozinha de apoio para encontros familiares.

Grande parte da mobília precisou ser substituída, já que muitos móveis se perderam no período em que a casa ficou fechada. Entre os poucos itens preservados está um banco simples localizado na entrada do imóvel. No quarto da mãe do arquiteto, parte do mobiliário é original do casamento dela, o que mantém uma ligação direta com a história da família.

Morador de Goiânia desde o primeiro mês de vida, Leo mantém uma relação próxima com Morrinhos, cidade onde nasceu e que sempre fez parte da rotina familiar. Formado em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Goiás e em Arquitetura e Urbanismo pela PUC-Goiás, ele divide hoje a agenda entre projetos no Brasil e no exterior, incluindo trabalhos nos Estados Unidos.

Casa rústica com sala e cozinha integradas, móveis vintage.

Mesmo com a rotina de viagens, o arquiteto visita a fazenda com frequência, geralmente duas a três vezes por mês, ao lado do esposo, o também arquiteto Marcelo José Trento Costa. O local segue sendo usado como ponto de encontro da família em datas comemorativas e momentos importantes.

Leo afirma que restaurar a casa foi um compromisso assumido com o pai e com a história da família, e que o imóvel continua sendo um espaço de convivência, memória e uso cotidiano, sem a intenção de transformá-lo apenas em peça de preservação.

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